O ano de 2026 mal começou e já podemos dizer que o mercado de carros elétricos no Brasil nunca mais será o mesmo. O responsável por essa reviravolta tem nome e sobrenome: BYD Dolphin Mini. Ele não chegou para ser apenas mais uma opção, mas sim para redefinir o que significa ter um carro elétrico na garagem, principalmente quando o assunto é o preço. E pode acreditar, a BYD guardou uma carta na manga que torna o sonho do elétrico ainda mais próximo para muita gente.

Sabe aquela sensação de que carro elétrico é algo distante, para um futuro longínquo? O Dolphin Mini chegou para encurtar essa distância. Com um posicionamento de preço super agressivo, ele colocou fogo na competição, assumindo a liderança de vendas já em janeiro, com cerca de 2.840 unidades emplacadas.
À primeira vista, o preço de R$ 118.990 parece muito próximo do seu principal concorrente, o Geely EX2 Pro, que custa R$ 119.990. Uma diferença quase simbólica, certo? Errado. A grande sacada da BYD está nas condições especiais, que fazem o valor despencar.

A estratégia é clara: focar em volume de vendas e expandir a presença da marca. Para isso, a empresa oferece descontos significativos para diferentes públicos:
Essa diferença de até R$ 16 mil não é pouca coisa. É o tipo de desconto que faz qualquer um pegar a calculadora e repensar a compra. É a BYD dizendo em alto e bom som que o preço não precisa mais ser o principal obstáculo para quem quer migrar para um elétrico.

Ok, o preço de compra é atrativo, mas e para rodar? A economia continua. Se você está cansado dos sustos na hora de abastecer, aqui vai um alívio: encher a bateria de 38 kWh do Dolphin Mini custa, em média, R$ 30. Isso mesmo, trinta reais.
Essa carga garante uma autonomia de 280 km, segundo o Inmetro. Fazendo uma conta rápida, um motorista que roda 20.000 km por ano gastaria cerca de R$ 2.140 com energia elétrica. Compare isso com o custo da gasolina e a vantagem fica evidente. Claro, é preciso se planejar para o tempo de recarga, mas a economia na ponta do lápis é inegável, sem contar os custos reduzidos com manutenção e revisões.

E quando a gente achava que não podia melhorar, a BYD revelou sua grande aposta para 2026: o Dolphin Mini GL. Essa nova versão de entrada, com produção nacional na fábrica de Camaçari (BA), é focada exclusivamente em vendas diretas e chega com isenção de IPI e ICMS para públicos específicos.
Aqui os números ficam ainda mais impressionantes:

Com esse valor, o Dolphin Mini GL se torna o elétrico mais barato do Brasil para taxistas. Para chegar a esse preço, houve uma pequena mudança: a bateria é de 30,08 kWh, o que ajusta a autonomia para 250 km. Para o uso urbano diário, essa autonomia continua sendo mais do que suficiente.
Se você está pensando que um carro tão acessível deve ser básico, prepare-se para se surpreender. O Dolphin Mini, mesmo na versão GL, vem recheado de tecnologia. A lista é de carro de categoria superior.

Ele conta com seis airbags, painel digital, piloto automático, freio de estacionamento eletrônico e a famosa central multimídia com tela giratória de 10,1 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Além disso, ainda oferece mimos como carregador de celular por indução e banco do motorista com ajustes elétricos. É muita tecnologia embarcada para um compacto.
Com 3,78 metros de comprimento e um porta-malas de 230 litros, ele é ágil e prático para a cidade. O motor de 75 cv e 13,8 kgfm de torque entregues instantaneamente garante saídas rápidas e uma direção divertida.
O lançamento do Dolphin Mini é mais do que a chegada de um novo carro. É um divisor de águas que força todo o mercado a se movimentar, tornando a eletrificação uma realidade cada vez mais palpável e democrática para os brasileiros.
Como podemos melhorar ainda mais?
Como podemos melhorar?