Sim, você leu certo! A notícia de que o BYD Dolphin Mini finalmente rompeu a famosa barreira dos R$ 100 mil está por toda parte. É aquele tipo de novidade que faz a gente parar o que está fazendo e pensar: “será que agora vai?”. A resposta é sim, mas com um detalhe muito importante que muda tudo. Essa condição especial é para um grupo específico de compradores.

A gente sabe que o preço de um carro elétrico ainda pode parecer distante para muita gente. Por isso, essa movimentação da BYD é um verdadeiro divisor de águas. Mas antes de sair comemorando, respire fundo. Vamos te explicar direitinho quem tem direito a esse preço e, no final, te contar um segredinho sobre essa versão mais em conta do Dolphin Mini.
Mas como a BYD conseguiu fazer essa “mágica” no preço? A resposta está na estratégia da marca e na sua nova fábrica em Camaçari, na Bahia. Ao iniciar a montagem dos carros no Brasil, mesmo que de forma parcial no começo, a empresa destravou a possibilidade de oferecer isenções de impostos como IPI e ICMS.

Essa vantagem, no entanto, é aplicada principalmente na modalidade de Vendas Diretas. O objetivo da BYD é claro: conquistar de vez quem usa o carro para trabalhar. Hoje, cerca de 40% dos elétricos vendidos no país já vão para motoristas de aplicativo, e a meta da montadora é que as vendas diretas representem metade de tudo o que ela vende até 2026. É uma jogada de mestre para popularizar seus modelos entre profissionais.
Vamos ao que interessa: os números! A nova política de preços contempla principalmente três públicos. O modelo em questão é o Dolphin Mini GL, uma nova versão de entrada com preço público sugerido de R$ 118.990.

Veja como os valores ficam bem mais amigáveis para cada categoria:
Com esses valores, o Dolphin Mini não só fica mais acessível, como passa a competir de forma muito agressiva com outros modelos de entrada, oferecendo mais tecnologia por um preço que antes era impensável.

Lembra daquele segredinho que prometemos contar? Pois bem, a sigla “GL” não é apenas um detalhe. Essa versão de entrada, focada nas vendas diretas, tem uma diferença crucial em relação ao Dolphin Mini que já conhecíamos: a bateria.
Enquanto a versão padrão vem com uma bateria de 38 kWh, a versão GL é equipada com uma um pouco menor, de 30 kWh. Na prática, isso significa uma pequena redução na autonomia, que passa de 280 km para 250 km, segundo os padrões do Inmetro. O motor, no entanto, continua o mesmo, com 75 cv de potência. É uma troca justa para quem busca o menor preço de aquisição e roda principalmente na cidade.

E se você pensa que a ofensiva da BYD parou no compacto, está enganado. A marca aproveitou o embalo para aplicar descontos impressionantes em seus modelos híbridos, o sedã King e o SUV Song Pro.
O caso mais impressionante é o do Song Pro GL. Seu preço de tabela é R$ 189.990, mas para taxistas, ele pode sair por R$ 132.990. É uma redução de mais de R$ 56 mil! Para PCD, o valor fica em R$ 147.990, e para CNPJ, R$ 161.492.

O sedã King GL, rival direto do Corolla, também ficou muito mais atraente. De R$ 169.990, seu preço cai para R$ 124.990 para taxistas, R$ 132.090 para PCD e R$ 142.492 para empresas.
Essa nova política de preços mostra que a eletrificação está se tornando, passo a passo, uma realidade mais palpável, especialmente para quem depende do carro para o sustento. Com a produção nacional ganhando força, a tendência é que essas oportunidades se tornem cada vez mais comuns, redesenhando o cenário automotivo no Brasil.
Como podemos melhorar ainda mais?
Como podemos melhorar?