Se você tem boa memória automotiva, com certeza se lembra dela. A Chevrolet Captiva foi um verdadeiro sucesso nas ruas brasileiras entre 2008 e 2017, um daqueles SUVs que todo mundo queria ter na garagem. Pois bem, prepare o coração, porque a Captiva está voltando! Mas, calma, ela não é mais a mesma. O modelo retorna totalmente diferente, mais tecnológico e com uma missão clara: mergulhar de cabeça no mundo dos carros eletrificados.

E o mais interessante é o segredo por trás dessa volta, uma estratégia inteligente da Chevrolet que vamos revelar ao longo do texto. Fique por aqui para entender tudo!
Para seu retorno, a Chevrolet não economizou nas opções. A nova Captiva chegará em duas versões distintas, cada uma pensada para um tipo de público, mas ambas com o DNA da eletrificação.

A primeira a desembarcar por aqui, com previsão de chegada ainda para este ano, será a versão totalmente elétrica (EV). Ela promete entregar uma potência de 204 cv (ou 150 kW) e uma autonomia de 510 km, segundo os testes do ciclo chinês. É a aposta da marca para quem já quer abandonar de vez o posto de gasolina.
Um pouco mais tarde, em 2026, chegará a versão que promete fazer muito barulho: a Captiva híbrida plug-in (PHEV). E é aqui que os números impressionam. Ela combina um motor 1.5 aspirado a gasolina de 102 cv com um motor elétrico de 136 cv.

Juntos, eles entregam uma potência combinada de 204 cv, mas o grande trunfo é a autonomia. Se liga nesses dados:
Isso mesmo, você leu certo! É autonomia suficiente para ir de São Paulo a Curitiba e voltar, e ainda sobraria carga para rodar na cidade durante a semana. Uma resposta direta aos concorrentes.
Sabemos que você pode estar se perguntando sobre o preço e os rivais. Embora os valores oficiais ainda não tenham sido revelados, a Chevrolet já definiu o posicionamento da nova Captiva: ela ficará entre o Tracker e o Equinox a combustão.
O alvo é muito claro: brigar de igual para igual com os fenômenos de venda BYD Song Plus e GWM Haval H6. A briga promete ser boa, e a Captiva chega com o peso de um nome já conhecido e querido pelo público brasileiro.

Lembra daquele segredinho que mencionamos no início? A grande sacada da Chevrolet para trazer a Captiva de volta de forma tão competitiva está na sua parceria com o grupo chinês SAIC. Na prática, a nova Captiva é baseada em um SUV de sucesso por lá, o Wuling Starlight S.
Essa estratégia, conhecida como "rebadge", permite que a Chevrolet traga um projeto já consolidado, moderno e eletrificado de forma mais rápida e com um custo mais justo. Não é um caso isolado: a marca fará o mesmo com o novo Spark EUV, que é baseado no Baojun Yep Plus, outro modelo da SAIC.
Essa "receita chinesa" é o plano da General Motors para acelerar a eletrificação de sua linha no Brasil. E tem mais: assim como o Spark EUV, a nova Captiva pode ser montada em regime SKD na fábrica de Horizonte, no Ceará, com peças importadas da China para a montagem final em solo brasileiro.
A volta da Captiva é mais do que um lançamento, é um novo capítulo. Um nome familiar, que desperta boas memórias, agora retorna como um símbolo da nova era da Chevrolet no Brasil: mais elétrica, mais tecnológica e de olho no futuro. E você, o que achou dessa volta triunfal? A nova Captiva tem o seu voto de confiança para encarar os novos gigantes do mercado?
Como podemos melhorar ainda mais?
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