Parece que o jogo virou... de novo! Se você acompanha a briga dos SUVs médios, sabe que a liderança é um troféu disputado a cada mês. O Jeep Compass, um velho conhecido no topo, acaba de dar um drible nos rivais e retomar a coroa em outubro. Mas a grande história aqui talvez não seja essa.

Uma surpresa vinda da China, o Caoa Chery Tiggo 7, está subindo no pódio com uma força impressionante e mostrando que a briga ficou muito mais séria. E no meio disso tudo, o que aconteceu com o Toyota Corolla Cross? Fique com a gente que vamos desvendar essa disputa lance a lance, e você vai entender por que o Tiggo 7 não é apenas um coadjuvante nessa história.
Vamos aos fatos: o Jeep Compass deu um salto e emplacou mais de 4 mil unidades em outubro, superando seu principal rival, o Toyota Corolla Cross. Foi uma retomada importante para o modelo da Jeep, que provou mais uma vez por que é um dos queridinhos do Brasil.

No entanto, essa vitória veio acompanhada de um empurrãozinho do destino. A fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz (SP) sofreu com impactos recentes que afetaram a produção e o estoque do Corolla Cross. Com o rival em um momento difícil, o Compass aproveitou a brecha para acelerar. No acumulado do ano, a disputa segue acirrada, e a recuperação da Toyota nos próximos meses será decisiva para sabermos quem levará o título de 2024.
Enquanto Compass e Corolla Cross trocavam socos pela liderança, o Caoa Chery Tiggo 7 vinha quietinho pela beirada e, de repente, apareceu no pódio. O SUV chinês cravou o terceiro lugar nas vendas de outubro, com números tão expressivos que a diferença para o vice-líder ficou em pouco mais de 200 carros. Ele está literalmente na cola!

E não pense que foi sorte. O crescimento do Tiggo 7 é sólido e consistente, batendo recordes de vendas e mostrando que veio para ficar. Esse avanço faz parte de um movimento maior: as montadoras chinesas, como BYD e GWM, também estão com seus modelos (Song e Haval H6) firmes entre os mais vendidos, desbancando nomes tradicionais como o Volkswagen Taos, que ficou para trás na poeira.
Ok, o Tiggo 7 está vendendo bem, mas por quê? A resposta está nos detalhes e, principalmente, no custo-benefício. Quando colocamos o chinês lado a lado com o líder Compass, a briga fica muito interessante.

O Tiggo 7 Pro chega recheado de itens que são muito desejados: pacote de assistência ao motorista (ADAS), teto solar panorâmico e porta-malas com abertura elétrica vêm de fábrica. No Compass, para ter esses mesmos mimos, é preciso desembolsar um valor extra em pacotes opcionais, o que deixa o carro consideravelmente mais caro.
Por dentro, ambos são bem acabados, mas o Tiggo 7 aposta em um ar mais sofisticado. Detalhes como a iluminação ambiente em LED com cores personalizáveis e a alavanca de câmbio do tipo joystick dão uma sensação de luxo. O Compass não fica para trás e tem como trunfo uma conectividade superior, com internet a bordo e espelhamento sem fio para celulares, algo que o Tiggo ainda deve.
Em termos de espaço, o SUV da Caoa Chery leva uma pequena vantagem, sendo um pouco maior em todas as medidas. Na prática, isso se traduz em mais conforto para quem viaja atrás. No desempenho, os motores turbo entregam potências parecidas, mas o Tiggo 7 se mostra um pouco mais ágil nas acelerações, ajudado por um câmbio de dupla embreagem e por ser mais leve.
A competição está pegando fogo! Veja como os SUVs médios se saíram nas vendas de outubro, mostrando o cenário atual dessa batalha:
O Compass voltou ao topo, mas a liderança nunca pareceu tão frágil. A ascensão meteórica do Tiggo 7 e a força dos outros modelos híbridos provam que o consumidor brasileiro está de braços abertos para novas marcas e tecnologias.
A grande questão para os próximos meses é: a Toyota conseguirá normalizar sua produção a tempo de brigar pelo título anual? E o Tiggo 7, será que tem fôlego para ultrapassar o Corolla Cross e desafiar o Compass? Uma coisa é certa: essa disputa está longe de terminar e promete fortes emoções até o último dia do ano. E você, o que acha dessa reviravolta? Conte para a gente!
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