Se você roda por São Paulo com sua moto de até 150 cilindradas, seja para trabalhar ou para o dia a dia, temos uma notícia que pode aliviar bastante o seu bolso. O Governo do Estado propôs o fim do pagamento do IPVA para essa categoria a partir de 2026.

Isso mesmo, o imposto pode estar com os dias contados para milhões de motociclistas! A medida foi pensada especialmente para quem depende da moto como ferramenta de trabalho, como entregadores e prestadores de serviço.
Mas, como isso vai funcionar na prática e quem exatamente terá direito? Fique com a gente que vamos te contar todos os detalhes dessa novidade que promete agitar o setor de duas rodas.
O Governo de São Paulo enviou um projeto de lei para a Assembleia Legislativa (Alesp) pedindo o fim da cobrança do IPVA para alguns tipos de motos. Como o projeto foi enviado em regime de urgência, a expectativa é que a votação aconteça de forma rápida.
A proposta é bem direta: isentar do imposto todas as motocicletas, ciclomotores e motonetas com motor de até 150 cilindradas. A regra, se aprovada, começará a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.
Um detalhe importante é que o benefício vale apenas para veículos registrados em nome de pessoas físicas. Ou seja, motos que pertencem a empresas ou frotas comerciais continuarão pagando o imposto normalmente.
A gente sabe que a moto de baixa cilindrada é a companheira de jornada de muita gente. É pensando nisso que o projeto foi criado. A ideia é dar um fôlego financeiro para quem mais precisa.
Os principais beneficiados são os trabalhadores que usam a moto para garantir a renda, como entregadores de aplicativos, que representam 40% dos usuários desses veículos nas grandes cidades, e outros prestadores de serviço, como mecânicos e eletricistas.
A medida tem um alcance gigante! A estimativa é que cerca de 2,4 milhões de veículos sejam impactados, o que representa mais da metade (53%) de toda a frota de motos do estado. Modelos super populares, como a Honda Biz e a Yamaha Factor, estão na lista.
Vamos falar de valores? A economia anual para cada motociclista deve ficar, em média, entre R$ 180 e R$ 200. Em 2025, por exemplo, o valor do IPVA para essas motos variou de R$ 150 a R$ 250, dependendo do modelo e do ano.
Pode não parecer muito para alguns, mas para quem conta cada centavo, essa é uma ajuda e tanto! Esse dinheiro que deixa de ser gasto com o imposto pode ser usado para a manutenção da moto, para o combustível ou para outras despesas do dia a dia.
Para os entregadores, por exemplo, essa isenção pode diminuir os custos de trabalho em até 10% do faturamento mensal.
É natural se perguntar: se tanta gente vai deixar de pagar, o governo não vai perder muito dinheiro? A resposta é que o impacto foi calculado e é considerado pequeno perto do total arrecadado.
A chamada "renúncia fiscal" está projetada em R$ 434 milhões. Esse valor representa apenas 0,2% de toda a arrecadação de IPVA do estado, que ultrapassou os R$ 20 bilhões em 2025.
O projeto foi elaborado com base nas projeções fiscais para 2026 e na estimativa de valores da Tabela Fipe, atendendo a todas as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, a medida foi planejada para não prejudicar as contas públicas.
Para garantir o benefício a partir de 2026, é preciso ficar atento a algumas regrinhas básicas. A boa notícia é que o processo deve ser automático, sem necessidade de fazer um cadastro.
Confira os requisitos:
Essa iniciativa do governo de São Paulo segue uma tendência que já acontece em outros estados, como Paraíba e Rio de Janeiro, que também criaram isenções para motos de baixa cilindrada, reconhecendo sua importância social.
Agora, a bola está com os deputados na Assembleia Legislativa. A expectativa é que, por ser um projeto urgente e com grande apelo popular, a aprovação aconteça sem grandes dificuldades, trazendo esse alívio para o seu bolso já em 2026. É uma mudança que pode fazer uma grande diferença, liberando um dinheiro que ajuda a pagar o combustível, a manutenção ou até mesmo a fechar as contas do mês com mais tranquilidade.
Como podemos melhorar ainda mais?
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