Pode acreditar, o Jeep Renegade, um verdadeiro fenômeno de vendas e queridinho nas garagens brasileiras, já está entre nós há 11 anos! E para mostrar que ainda tem muita lenha pra queimar, ele chega à linha 2027 com sua terceira atualização, trazendo uma novidade muito esperada: um sistema híbrido. Mas, como em toda boa história, há uma reviravolta, especialmente quando você abre a porta e olha para o painel. Fique com a gente para descobrir tudo!

Firme e forte no Brasil, enquanto já se despede de outros mercados, o Renegade mostra que seu lugar é aqui. A linha 2027 chega com um visual renovado, mais tecnologia e, claro, a eletrificação em duas de suas versões. Vamos ver o que mudou?
Por fora, o Renegade reforçou sua identidade quadrada. Os para-choques foram redesenhados e ganharam um formato mais destacado, dando um ar ainda mais imponente ao SUV. A grade dianteira, com suas sete fendas clássicas, está mais fechada, lembrando até um pouco os carros elétricos da marca, como o Jeep Recon. É um toque de modernidade!

Para completar o pacote, os faróis redondos ganharam uma nova máscara para as luzes diurnas (DRL) e todas as versões contam com novos desenhos para as rodas de liga leve, que podem ser de 17 ou 18 polegadas.
A grande estrela do lançamento é, sem dúvida, a estreia do sistema híbrido leve (MHEV) de 48V. Ele equipa as versões intermediárias, Longitude e Sahara, e funciona em conjunto com o já conhecido motor 1.3 turboflex de 176 cv.

Mas calma, não é um híbrido que anda só na eletricidade. Pense nesse sistema como um "ajudante" para o motor a combustão. Ele entra em ação em momentos de maior demanda, como nas acelerações, para dar um fôlego extra e, principalmente, ajudar a economizar combustível.
E por falar em consumo, a melhora é discreta, cerca de 7% na cidade, com médias de 11,9 km/l com gasolina e 8,3 km/l com etanol. Curiosamente, na estrada, o consumo é um pouco maior que o da versão sem o sistema híbrido. Uma das vantagens dessa tecnologia é que, em alguns estados, ela pode garantir isenção de IPVA e até do rodízio na cidade de São Paulo.

É no interior que o Renegade 2027 mais mudou. E aqui temos um misto de boas notícias e uma escolha que pode dividir opiniões. A parte boa é que o painel foi todo redesenhado, inspirado no irmão maior, o Compass. A central multimídia agora é gigante, com 10,1 polegadas, e a partir da versão Longitude, o carro ganha saídas de ar-condicionado para o banco de trás – um pedido antigo dos donos!
Agora, a surpresa: sabe aquele acabamento emborrachado no painel, que dava uma sensação de sofisticação? Ele se foi. No lugar, o Renegade 2027 adota um painel de plástico rígido com uma faixa em tecido. Os painéis das portas também seguiram o mesmo caminho. É uma mudança que simplifica o acabamento, algo que certamente será notado por quem já conhece o carro.

A família Renegade foi reorganizada. A antiga versão de entrada Sport deu adeus, e agora a linha começa com a Altitude, que chega com um preço promocional muito agressivo. Veja como ficou:
É a nova porta de entrada, mas já vem bem completa. O preço de R$ 129.990 é promocional para as primeiras 3.000 unidades.

O primeiro passo no mundo híbrido do Renegade. Além dos itens da Altitude, adiciona:
Aqui o foco é em tecnologia e conforto. Soma aos itens da Longitude:
Para quem não abre mão da aventura. Esta versão mantém o motor 1.3 turbo sem hibridização, mas traz o robusto sistema de tração 4x4 e câmbio de 9 marchas.
Apesar da evolução em tecnologia, um item importante ainda não chegou ao Renegade: o piloto automático adaptativo (ACC). É um recurso de segurança e conforto cada vez mais comum entre seus concorrentes e que, infelizmente, ficou para uma próxima oportunidade.
No fim das contas, o Jeep Renegade 2027 se atualiza para se manter forte na disputa. Ele aposta em um visual mais moderno e na eficiência do sistema híbrido leve, mas faz uma concessão no acabamento interno que sempre foi um de seus pontos fortes. É uma troca que coloca na balança a tecnologia e a percepção de qualidade. E para você, essa nova receita agrada?
Como podemos melhorar ainda mais?
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